Mundial de kitesurf na Ilha do Guajiru: quando é, quem disputa e como acompanhar a etapa final
A última etapa do Circuito Mundial de Kitesurf Freestyle de 2026 é no Ceará. As datas, os brasileiros no ranking, como funciona a disputa e o que levar pra assistir na lagoa.
A etapa final do Circuito Mundial de Kitesurf Freestyle de 2026 acontece na Ilha do Guajiru, em Itarema, no Ceará, de 21 a 24 de outubro, com 25 mil euros de prêmio e três brasileiros no ranking: Bruna Kajiya, líder entre as mulheres, Davi Ribeiro, terceiro entre os homens, e o cearense Pedro Alexandre, de 16 anos. É a última parada de freestyle da temporada do GKA Kite World Tour, e o resultado pesa na classificação final do ano.
Quando e onde é o Mundial de kitesurf na Ilha do Guajiru?
O site oficial do circuito marca a competição de 21 a 24 de outubro de 2026. O Diário do Nordeste, que cobre a etapa desde o anúncio, fala em programação de 20 a 24 de outubro, o que inclui a abertura do evento. A Ilha do Guajiru fica em Itarema, na costa oeste do Ceará, de 200 a 250 km de Fortaleza, ou de 3 a 4 horas de carro, como mostramos no guia do aeroporto de Fortaleza ao spot.
Em 2025, a final foi na Taíba, em São Gonçalo do Amarante. Este ano ela sobe o litoral até a lagoa do Guajiru.
Quem são os brasileiros que disputam a etapa?
Três atletas do Brasil chegam com pontos no ranking mundial de freestyle, segundo o levantamento do Diário do Nordeste com os números do circuito. A organização avisa que outros brasileiros ainda podem entrar por convite ou classificação.
| Atleta | Origem | Ranking 2026 | Destaque da temporada |
|---|---|---|---|
| Bruna Kajiya, 39 anos | São Paulo | 1ª no feminino, 2.000 pontos | Venceu as etapas da Alemanha e do México e defende o título conquistado na Taíba em 2025 |
| Davi Ribeiro | Ceará | 3º no masculino, 1.450 pontos | Melhor brasileiro entre os homens |
| Pedro Alexandre, 16 anos | Ceará | 15º no masculino, 420 pontos | 9º no México, vice mundial sub-16 em 2024 e campeão da categoria na Espanha em 2025 |
O campeão masculino de 2025 foi Finn Flügel, que também venceu na Taíba.
Como funciona a disputa no freestyle?
Em baterias mano a mano. Dois atletas entram na água ao mesmo tempo e os juízes avaliam as manobras pela dificuldade, pela execução e pelo estilo, além das combinações e da criatividade de cada um. Quem vence a bateria avança na chave até a final. Não é corrida: ninguém ganha por chegar primeiro, ganha quem faz a manobra mais difícil e mais limpa dentro do tempo da bateria.
Por isso a condição da água pesa tanto. Manobra de freestyle precisa de vento forte e constante pra dar altura e de água lisa pra pousar sem perder a prancha.
Por que a Ilha do Guajiru recebe a final?
Porque reúne as duas coisas. O circuito descreve o lugar pela lagoa larga, de água plana, e pelo vento alísio constante. É o mesmo motivo que faz do Guajiru um dos destinos de quem está aprendendo, como está na nossa curadoria de onde aprender kite no Nordeste.
Na prática, a mesma lagoa que deixa o profissional pousar um salto alto deixa o iniciante treinar sem onda. A diferença é o tamanho da pipa e o tempo de água, assunto do guia de tamanho de pipa por vento.
Como acompanhar o Mundial?
O site oficial do GKA Kite World Tour informa transmissão ao vivo e cobertura de TV internacional para a etapa. A agenda das baterias depende do vento de cada dia, então quem vai assistir na praia precisa de tempo livre e paciência. A página da prova no portal, GKA Freestyle Kite World Cup Ilha do Guajiru, reúne os links oficiais.
O que levar pra passar o dia na beira da lagoa?
Proteção pro sol e pro vento, porque os dois juntos castigam mais do que parece. No litoral do Ceará o sol de outubro é forte o dia inteiro, e o vento seca a pele e os lábios enquanto dá a sensação de que está fresco. Quem fica horas na areia, ou entra na água depois das baterias, precisa de:
- Protetor no rosto antes de sair e reaplicação ao longo do dia, de preferência em bastão, que não escorre pro olho com o vento.
- Protetor no corpo, inclusive no peito do pé e atrás das orelhas, que ficam de fora do boné.
- Proteção pros lábios, o primeiro lugar que racha com sol e vento.
- Água e boné, porque na lagoa quase não tem sombra.
Quem veleja sabe que o Protetor Facial Sport FPS 50 precisa aguentar respingo e vento sem sair na primeira hora.
A linha completa pra quem veleja está em Guia Rosa V de Kitesurf.
Fontes
- GKA Kite World Tour, «GKA Freestyle Kite World Cup Ilha do Guajiru 2026»: página oficial da etapa.
- Diário do Nordeste, «Brasil no Mundial de Kitesurf: veja os brasileiros que disputam o GKA World Kite Fest 2026», 06/10/2026: reportagem.
- Diário do Nordeste, «Ilha do Guajiru recebe final do Mundial de Kitesurf Freestyle em outubro», 11/09/2026: reportagem.
Perguntas frequentes
Quando é o Mundial de kitesurf na Ilha do Guajiru?
A etapa final do GKA Freestyle Kite World Cup 2026 acontece de 21 a 24 de outubro de 2026, segundo o site oficial do circuito. A imprensa local fala em programação de 20 a 24 de outubro, incluindo a abertura.
Onde fica a Ilha do Guajiru?
Em Itarema, na costa oeste do Ceará, de 200 a 250 km de Fortaleza, ou de 3 a 4 horas de carro.
Quais brasileiros disputam a etapa?
Bruna Kajiya, líder do ranking feminino com 2.000 pontos, Davi Ribeiro, 3º do masculino com 1.450 pontos, e Pedro Alexandre, 15º com 420 pontos. Outros brasileiros podem entrar por convite ou classificação.
Qual é o prêmio da etapa?
25 mil euros, cerca de R$ 140 mil, segundo a organização e o Diário do Nordeste.
Como é a disputa no kitesurf freestyle?
Em baterias mano a mano. Os juízes avaliam dificuldade, execução, estilo e combinações das manobras, e quem vence a bateria avança na chave até a final.
Dá pra assistir ao Mundial ao vivo?
Sim. O site oficial do GKA Kite World Tour informa transmissão ao vivo e cobertura de TV internacional para a etapa.

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